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A Menina dos Olhos - Isabel Costa 1910

por João Távora, em 05.05.15

 Consta que a Revista Zig-Zag estava em cartaz em Outubro de 1910.

 

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publicado às 18:39

Leré Leré Lé - Amália Rodrigues (disco raro 1952)

por João Távora, em 27.03.15

Amália fazia o que queria com aquela textura de voz... em qualquer língua.

 

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publicado às 19:50

Adeus e Saudade 1912

por João Távora, em 14.02.15


A cançoneta é bastante má, assim como a gravação da editora "Chiadofone Ideal" dos Grandes Armazéns do Chiado. Chama-se "Adeus e Saudade" e pertence à revista "A Espiga" que vim a descobrir ser da autoria de Pereira Coelho, Gustavo Matos e Lino Ferreira e ter sido estreada no Teatro Júlia Mendes em Lisboa em Julho de 1912, data aproximada da edição do disco.

Feira de Agosto no parque Eduardo VII, teatro Júl

O curioso é como, na tentativa de identificar a obra com os dados disponíveis no rótulo do disco, eu venho a encontrar pelo Google esta fotografia do Theatro Júlia Mendes, uma construção abarracada que não deixou rasto, onde se pode encontrar por enorme coincidência do lado direito o cartaz alusivo à supramencionada revista "A Espiga".

 

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publicado às 18:31

Na república

por João Távora, em 21.01.15
 
Eu se apanho algum paivante, Pum! Pum!
Faço-o logo em mil pedaços, Pum! Pum!
Fica em estilhaços no meio do chão…

 

Se paivante é na gíria um sinónimo de cigarro, esse era também o nome depreciativo dado pelos revolucionários aos monárquicos que, inconformados com o golpe de 5 de Outubro, decidiram seguir Paiva Couceiro, o carismático militar que se veio a afirmar como líder da resistência monárquica no projecto político-militar restauracionista. Desse combate apenas viria a desistir aos 76 anos quando o Estado Novo o condenou ao último de vários exílios. Esta é uma canção satírica de cariz político republicano, intitulada “Republicana”, gravada entre 1911 e 1914 em Lisboa para a editora alemã Odeon.

 

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publicado às 18:07

Coleccionador de sons (76)

por João Távora, em 13.01.15

Uma modernice do inicio do século XX, pela actriz e cantora Medina de Sousa.

 

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publicado às 16:24

Fado Lisboa, por Manassés Lacerda

por João Távora, em 26.12.14


Aqui desvendo um registo HMV de 1906 da voz de Manassés Lacerda grande nome da canção de Coimbra, a interpretar este "Fado Lisboa" escripto pelo Sr. Luiz da Silva Andermath.

MANASSÉS.JPG

 

Imagem daqui, com a devida vénia

 

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publicado às 16:58

Fado da Ilha da Madeira

por João Távora, em 23.12.14

 

Curioso este "Fado da Ilha da Madeira" de Reinaldo Varella num disco Parlofone anterior a 1910.

Reinaldo Varella (1867-1940) cantor, guitarrista e professor de música no Paço onde deu formação ao rei D. Carlos, contava já em 1900 com cerca de oito fados gravados para a The Gramophone Company.

Fonte: "Machinas Fallantes" Leonor Losa, Tinta da China, 2013



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publicado às 19:25

Coleccionador de sons (75)

por João Távora, em 19.12.14

(...)

Rica Vassoura
Ai quando serás minha
Tu queres de abano passar a verredor
Varre, varre, querida vassourinha
Abana, abana, meu abanador

Da revista "O País do Vinho" de Filipe Duarte
Cantada pelo Barítono Joaquim ramos e pela soprano Virgínia Aço
Lisboa 1909

 

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publicado às 22:42

Coleccionador de sons (74)

por João Távora, em 13.12.14

A Filha do Regimento - Potpourri (uma forma musical do tipo medley, um modo de executar várias músicas em uma única faixa, tocadas uma após a outra, às vezes sobrepostas).

Sociedade Fabricante de Discos, SI - J. Castello Branco - Portugal
621

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publicado às 18:40

Coleccionador de sons (73)

por João Távora, em 13.12.14

Flores de Maio é uma valsa, executada e gravada em Berlim em 1906 para a editora “Discos Simplex” de J. Castello Branco com a etiqueta Rubin Record, por músicos da Guarda Municipal, o corpo policial que descende da antiga Guarda Real e que depois da revolução da república em 1910 virá a originar a GNR. São preciosos estes 3 minutos, em que viajamos ao ano em que o rei D. Carlos era Chefe de Estado, João Franco vai a 1º ministro, nasce Agostinho da Silva, é fundado o Sporting Clube de Portugal, Alberto Santos Dumont realiza o 1º voo em avião e ocorre o grande terramoto em S. Francisco.

 

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publicado às 17:49

Coleccionador de sons (72)

por João Távora, em 13.11.14

 

Se tu fosses uma sineta;
Eu queria ser badalo,
A tocar-te a toda a hora,
Era esse o meu regalo.

Cançoneta humorística (Duetto Cómico) dos já nossos conhecidos Duarte Silve e Júlia Mendes gravada a 09 de Maio de 1906 para os Discos Simplex de J. Castello Branco, para etiqueta rara Rubin Record. 

 

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publicado às 18:01

Coleccionador de sons (70)

por João Távora, em 10.10.14

O "Fado de Lagos" por Carlos Santos editado pela “Simplex” da "Fábrica Portuguesa de Discos" de J. Castello Branco, algures em 1908:

 

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publicado às 13:20

Coleccionador de sons (69)

por João Távora, em 09.10.14

Muito curiosa está sátira (de gosto duvidoso) gravada em 1911 parodiando os funciionários "monárquicos" que no dia 6 de Outubro aderiram à república. 

 

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publicado às 09:14

Enrico Caruso em 1905

por João Távora, em 27.09.14

A credibilização entre os melómanos da indústria fonográfica emergente no início do Século XX dá-se muito por conta de Enrico Caruso quando este prodigioso tenor italiano concede finalmente registar a sua voz, não para Thomas Edison mas para Emile Berliner e a sua The Gramophone Company para quem gravou múltiplos discos entre 1903 e 1921. Os cilindros de cera estavam definitivamente destronados. Aqui partilho uma pequena pérola recentemente adicionada à minha colecção, nada menos que a área “Viva il vino spumeggiant” da Ópera Cavalleria Rusticana de Pietro Mascagni interpretada por Enrico Caruso, gravado em Inglaterra em 1905 sob a chancela Gramophone Concert Record G.C. 52193 (rótulo cor de rosa). 

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publicado às 17:39

Coleccionador de sons (68)

por João Távora, em 23.09.14

 

Muito curioso este fado “Ouvi Dizer" de Júlio Neuparth (1863-1919) escrito para a soprano Maria Galvany que o canta de forma brilhante nesta magnifica gravação 12 de maio de 1908. Marisa Galvany (1878-1944) consagrada soprano de coloratura, nasceu em Granada e morreu no Rio de Janeiro. 

 

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publicado às 10:38



A montante deste caprichoso prazer de coleccionar os sons antigos e de saborear sofisticados sistemas de reprodução sonora está uma enorme paixão. Neste blog que afinal é uma contradição de termos – uma plataforma de partilha digital em defesa do suporte analógico - presto tributo a essa que considero a mais divinal forma de expressão humana: a música.


O Autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.

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