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Coleccionador de sons (54)

por João Távora, em 29.01.14

De um pequeno espólio em registos da Emissora Nacional dos anos 40 aqui partilho um trecho final de uma peça de teatro radiofónico em um acto "O Artista" de Gregoire Loclos produzido em Maio de 1948. A escutar aqui.

 

 

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publicado às 16:40

Progresso?

por João Távora, em 28.01.14

Cartoon Pol Leurs

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publicado às 16:35

Uma pérola desconhecida

por João Távora, em 27.01.14

Esta voz límpida e sorridente pertence ao popular “cantor da rádio”, o britânico Brian Lawrance (1913 – 1996) num sugestivo tema intitulado "I Bought Myself A Bottle Of Ink" a sua estreia na industria fonográfica em 1934 para a editora DECCA.
Extraordinário é que o seu nome não venha mencionado no rótulo, tão só se refere a "Brian Lawrance and his orchestra".

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publicado às 17:53

Coleccionador de sons (53)

por João Távora, em 23.01.14

 


Retorno ao Perpetuum Ebner - musical 2V, de 1958 a válvulas, definitivamente o melhor meio para escutar discos de 78 rpm com registo ortofónico (por meios electrónicos de captação, amplificação e equalização sonora), processo iniciado nos final dos anos vinte que se veio apurando e sofisticando ao longo de todo o século XX até ao aparecidmento dos refinados discos de vinil em micro-espiras e alta-fidelidade estereofónica.
Neste caso, escutamos uma divertida gravação de 1938 do humorista francês Georgius “Tu Mens”.

 

(…)
Tu mens
Quand tu me dis "T'es mon amant
Avec un grand A majuscule"
Tu mens
Car tu ajoutes inconsciemment
"Victor, je t'aime" et j' m'appelle Jules 
(…)

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publicado às 10:17

O império do fonógrafo

por João Távora, em 09.01.14

 

Os fonógrafos popularizaram-se muito no final do Século XIX: eram bastante funcionais e, além de muito competentes na reprodução, eram vendidos com um kit para gravação coisa que tornava o objecto muito mais completo e interessante do que os gramofones, ainda algo toscos. Concebidos numa cera castanha bastante frágil em que o registo se degradava em pouco mais de dez audições, originalmente os cilindros tinham de ser gravados, cada um deles, ao vivo. Posteriormente desenvolveu-se uma solução interligando os fonógrafos com tubos de borracha, um sistema não satisfatório mas suficientemente eficaz para a comercialização e venda de cilindros gravados em série. Tal obrigava os artistas, músicos e cantores a desgastantes sessões em que repetiam incessantemente o tema até produzirem um lote suficiente para satisfazer a procura. Dava-se o caso curioso de uma mesma edição inevitavelmente exibir ligeiras diferenças nas interpretações.

Ao longo dos anos, o tipo de cera utilizada nos cilindros foi melhorado e endurecido de modo que pudessem ser tocados mais vezes sem se degradarem tanto. Em 1902, a Edison Records lançou uma nova gama de cilindros de cera prensada, os Edison Gold Moulded. Muito aperfeiçoado, o progresso consistia na criação de um cilindro principal revestido com ouro que permitia a reprodução de várias centenas de cópias. O Disco da empresa Gramphone de Emile Berliner então emergente ainda teria uns anos para se impor definitivamente.

Aqui partilhamos uma cançoneta de 1907 de Ada Jones, uma actriz e cantora britânica emigrada para os Estados Unidos, que muito se popularizou - a solo e em duetos com Billy Murray e Len Spencer - através dos cilindros e discos gravados no início do século XX.

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publicado às 12:08

Os primórdios de música pop

por João Távora, em 07.01.14

Aqui partilho mais uma Coon Soong, num cilindro de cera Edison de 1908 imaculado da minha colecção, com o tema "Dixie Dan" interpretado pelo Billy Murray (1877 – 1954) cantor norte americano extremamente popular nas primeiras décadas do Século XX da autoria Arthur Collins, o Rei do ragtime. 

 

Dixie Dan

By Arthur Collins

 

Way down south where i was born
In the land of cotton and the land of corn
I saw the light on a monday morn
And they called me Dixie Dan
In an old burnt stump of an old burnt tree
The doctor he discovered me
And my mammy shook her sides with glee
And she called me Dixie Dan
Now a gal down there with cork-screw hair
She won my heart and i declare
I must have been slow
When i let her go
A traveling round with a minstrel show
Oh


Dixie, oh Dixie Dan
'Ambling, rambling, gambling minstrel man
Coal-black color all except my teeth
With a loving disposition underneath
My heart pines for the girl I left behind
Oh Trixie, oh Trixie An
My heart beats for you to beat the band
Way down south is the land of cotton
Tell me you have not forgotten
Dixie, oh Dixie Dan
(Bis)

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publicado às 20:07

Coleccionador de sons (52)

por João Távora, em 03.01.14

 

Nada como uma cançoneta cómica napolitana de 1908 da minha colecção para virar a página do calendário e desejar a todos os meus amigos um Feliz 2014!

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publicado às 13:22



A montante deste caprichoso prazer de coleccionar os sons antigos e de saborear sofisticados sistemas de reprodução sonora está uma enorme paixão. Neste blog que afinal é uma contradição de termos – uma plataforma de partilha digital em defesa do suporte analógico - presto tributo a essa que considero a mais divinal forma de expressão humana: a música.


O Autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.

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