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Coleccionador de sons (17)

por João Távora, em 30.11.12

 

Charlie Barnet and his Orchestra - Lumby (1945)

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publicado às 12:15

Coleccionador de sons (16)

por João Távora, em 29.11.12

Peça rara, disco de 1908 HMV só com um lado (o outro que não se vê). Trata-se de um solo de violino acompanhado ao piano, "Souvenir" de Franz. Drdla, que pode escutar aqui.

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publicado às 12:12

Um centenário - 1977

por João Távora, em 25.11.12

Da revolução sonora - nunca nada mais foi o mesmo. Pormenor da capa do álbum "Sleepwalker" dos Kinks de 1977. 

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publicado às 12:09

Coleccionador de sons (15)

por João Távora, em 25.11.12

 

Tema da Opereta "La vie parisienne" executado pela Garde Republicaine e gravação em excepcional bom estado em cilindro de cera do principio do século XX (1901 - 1903).

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publicado às 12:07

Coleccionador de sons (14)

por João Távora, em 23.11.12

 


Hoje com 100 anos de vida, Leo Marjane foi senhora de uma invulgar voz quente e amarga com que se celebrizou nos anos 30, tendo atingido o auge da carreira na França ocupada pelos alemães. Precursora do Jazz no seu país, a sua popularidade decaiu abruptamente com o fim da II Guerra, esconjurada por alegado colaboracionismo.

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publicado às 12:05

Coleccionador de sons (13)

por João Távora, em 18.11.12

 

 

"Rafaéla" Rumba: Paddy-Prudhomme- R. Vaysse. Orchestre musette Roger Vaysse

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publicado às 12:02

Os primeiros discos 78 rpm

por João Távora, em 18.11.12

Grafonola 

Columbia Vita Tonal nº 112 de 1925

 

O disco, uma invenção atribuída ao inventor alemão naturalizado americano Emile Berliner, concorreu com o cilindro de cera desde os primeiros anos do século XX. Apesar de possuírem mais capacidade de armazenamento (dois lados) e serem mais fáceis de guardar, os discos não se impuseram logo de início no mercado devido à sua extrema fragilidade, só a partir de 1910 com a aplicação de uma bem sucedida solução de goma laca que permitia a sua prensagem a partir de uma matriz, as suas vendas ultrapassaram os célebres cilindros de Edison. Foi aliás tarde e na iminência de falência que Thomas Edison converteu a sua produção a este formato que afinal perdurou até ao inicio dos anos 50 quando surgiram os "Long Playing" de 33 rpm e os "Singles" 45rpm hoje designados por vinyl.

 Pesados e rígidos, os primeiros discos feitos para rodar entre 75 e 78 rpm eram gravados por métodos integralmente mecânicos e acústicos e por isso tinham uma sensibilidade a frequências muito limitada, com preponderância quase total da captação das intermédias. As frequências muito baixas (graves) e as muito altas (agudos) não eram registadas. Assim, por uma questão de eficiência os metais e a percussão eram os instrumentos mais utilizados, para acompanhar as cançonetas ou até curtas áreas de Ópera, facto que também explica o sucesso de inúmeras Marchas e Polcas então gravadas. Por exemplo, o violino mal se ouvia na reprodução, tendo a determinada altura sido essa limitação contornada com a engenhosa montagem de uma campânula cónica na parte traseira do instrumento para reforço da projecção do seu delicado som agudo. Estas limitações só foram ultrapassadas pela gravação electrónica (pela utilização de microfones e amplificadores), método que se veio a generalizar a partir dos anos 20 do século XX.  

Os discos eram reproduzidos nas mais abastadas casas burguesas ou em bailaricos de paróquia em mais ou menos sofisticados gramofones, cuja potência e qualidade sonora dependia do tamanho e do material usado na campânula por onde se projectava o som. Estes aparelhos funcionavam com geringonças de corda, cuja precisão e potência chegava a garantir a audição afinada de três discos sem se ter de dar à manivela. Outra curiosidade era a frequência do consumo das pontiagudas agulhas de metal (as marcas aconselhavam a sua troca por cada audição) e que eram vendidas às centenas em coloridas caixinhas metálicas que hoje fazem as delícias dos seus coleccionadores. Foi a partir dos anos vinte que, com as mesmas características dos gramofones, se popularizam as 

portáteis grafonolas, geralmente em formato de "mala" onde uma pequena campânula se escondia no seu interior. Estas eram bem menos elegantes e potentes que os gramofones, mas bem mais económicas, fenómeno que potenciou a sua democratização e consequente expansão da indústria de gravação. As tabelas de vendas de discos em revistas começaram nos anos 40 tendo por essa altura a revista americana Bilboard começado a publicar a lista dos mais vendidos. O galardão Disco de Ouro que assinalava a venda de um milhão de cópias foi pela primeira vez atribuído em 1942 a Glenn Miller.

 

 

 Gramofone

Um esplêndido His Master's Voice de 1920 com uma campânola de madeira
para um som forte e suave

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publicado às 12:00

Coleccionador de sons (12)

por João Távora, em 17.11.12

 


Ai Mouraria por Amália Rodrigues - Gravado no Rio de Janeiro 1945 de Frederico Valério e Amadeu do vale, com Fernando Freitas e Gonçalves Dias. A grafonola é uma Columbia Vita Tonal nº 112 - 1925 (Inglaterra).

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publicado às 11:57

Columbia Vita Tonal nº 112 de 1925 renascido das cinzas.

por João Távora, em 17.11.12


I'm happy for your sake de 1941, (Lubin, Joe & Eddie Lisbona) interpretada pela célebre cantora inglesa Vera Lynn num 78 rpm Decca F. 8732 em assinalável bom estado. O mecanismo é uma grafonola inglesa Columbia Vita Tonal nº 112 de 1925.

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publicado às 11:55

Sociedade Phonographica Portugueza

por João Távora, em 17.11.12

 



Caixa de cilindro de cera (inutilizado) Sociedade Phonographica Portugueza.

Oferecida por mim para o futuro Museu da Música Mecânica em Palmela.

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publicado às 11:51

Coleccionador de sons (11)

por João Távora, em 13.11.12

Polin, cantor popular francês de café-concerto nasceu em Paris em 1863, aqui numa interpretação de uma sua conhecida peça - Le regiment qui chante, gravada em 1903, aqui em mais um "Cylindre Enregistré Edison" de 1903

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publicado às 11:49

His Master's Voice

por João Távora, em 07.11.12

 

His Master's Voice ou “A voz do dono” em português, é uma das mais afamadas marcas da indústria de reprodução e gravação e sonora do século XX, tendo-se distinguido em grande medida devido ao seu inconfundível rótulo, um cão atento espreitando para a campânula dum gramofone, uma pintura da autoria de Francis Barraud.

A história que dá origem a este caso de sucesso é bem curiosa e até comovente. Com morte do irmão Mark, o pintor herdou não só o seu fonógrafo como um fox terrier, Nipper. Certo dia quando Francis escutava gravações da voz do seu irmão, o cachorro colocou-se atento junto ao cone do aparelho, reacção que o Francis decidiu perpetuar numa tela. Inicialmente a pintura apresentava um fonógrafo de cilindros, que o pintor inglês tentou, sem sucesso, vender a Thomas Edison para as suas campanhas comerciais.
Perante a recusa, o pintor substituiu o fonógrafo por um gramofone, mecanismo concorrente que então dava os primeiros passos (leitura de discos), e em 1899 vendeu a pintura à empresa britânica The Gramophone Company que a partir de então utilizou em diversas campanhas e com muitas adaptações. Os direitos da célebre imagem foram concedidas para utilização nos EUA à marca Victor Talking Machine Company de Emile Berliner o inventor do gramofone e parceiro amercicano da companhia inglesa.
Em 1920 foi atribuída ao pintor uma pensão anual de 250 libras como reconhecimento da importância que a sua criação teve na promoção dos gramofones em todo o mundo.

 

Fontes: Wikipédia e “ Fonógrafos e Gramofones” de Luís Cangueiro. 


Publicado originalmente aqui.

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publicado às 11:40

Coleccionador de sons (10)

por João Távora, em 06.11.12

 

 

Se isto não não é proto-jazz, vou ali e já venho: Medley of Buck Dance - Kimmel Accorddion Solo. Cilindro de Celuloid Edison da minha colecção.

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publicado às 11:37

O cilindro de Edison, um pouco de história

por João Távora, em 04.11.12

 

Perante o grande sucesso comercial do Fonógrafo no final do século XIX, para a produção em série dos primeiros cilindros de cera pré-gravados, o cantor e a orquestra tinham de repetir centenas de vezes a mesma peça musical, uma vez que a gravação era feita em pequenos lotes de dez a doze cilindros de cada vez. Se juntarmos a este facto a resistência à novidade e o limite de dois minutos por registo, talvez se se entenda a recusa inicial das  grandes vozes da época como Enrico Caruso ou Yvette Guibert a gravarem o seu reportório.

Algumas canções portuguesas celebrizaram-se através do fonógrafo gravadas em cilindros de cera. Em Portugal a empresa Fonógrafo de Edison organizava audições itinerantes que causavam furor e enchiam as salas de espectáculo pelas cidades onde passavam. Destas gravações há registo do enorme sucesso de “O Burro do Senhor Alcaide”, “O Solar dos Barrigas”, “O Brasileiro Pancrácio”, “Caninha Verde” e “O fado do Hilário” cantados pela actriz Isaura e actores Queiroz, Alfredo Carvalho e Augusto Hilário célebre fadista de Coimbra. E como eu gostava de encontrar um cilindro português para a minha pobre colecção…

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publicado às 11:35

Coleccionador de sons (9)

por João Távora, em 03.11.12

 

Nos Joyeux Legumes - Dranem Chansonnette

1906 Cylindres Edison Moulés Sur Or: 17631.

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publicado às 11:34


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A montante deste caprichoso prazer de coleccionar os sons antigos e de saborear sofisticados sistemas de reprodução sonora está uma enorme paixão. Neste blog que afinal é uma contradição de termos – uma plataforma de partilha digital em defesa do suporte analógico - presto tributo a essa que considero a mais divinal forma de expressão humana: a música.


O Autor

João Lancastre e Távora nasceu em Lisboa, que adora. Exilado no Estoril, alienado com política e com os media, é sportinguista de sofrer, monárquico, católico e conservador. No resto é um vencedor: casado, pai de filhos e enteados, é empresário na área da Comunicação e do Marketing. Participando em diversos projectos de intervenção cívica, é dirigente associativo e colabora em vários blogues e projectos comunicação política e cultural.

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